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CRM para imobiliárias e corretores: o que avaliar e as opções

Publicado em 29/09/2026 · atualizado em 16/10/2026

O mercado imobiliário tem um ciclo de venda longo, muitos leads de portais e uma equipe de corretores que costuma trabalhar com autonomia. Um CRM genérico não lida bem com cadastro de imóveis nem com a distribuição de leads. Por isso existe uma categoria de CRM imobiliário. Este guia mostra o que avaliar.

O que um CRM imobiliário precisa ter

Opções usadas no Brasil

Há um mercado maduro de sistemas brasileiros voltados a imobiliárias. Nomes conhecidos incluem Vista Software, Jetimob, Imobzi, Kenlo (antiga inGaia), Superlógica (com foco em locação e condomínios) e Tecimob. Cada um combina de forma diferente CRM, site, integração com portais e gestão de locação. Muitos cobram por corretor ou por faixa de imóveis.

Corretores autônomos e equipes muito pequenas às vezes usam um CRM genérico (RD Station CRM, Pipedrive, HubSpot) com campos personalizados para o imóvel e integração manual com portais. Funciona até certo volume; a partir de dezenas de leads por semana, a falta de integração com portais e de distribuição automática pesa.

Critérios de decisão

  1. Quais portais você usa? O sistema precisa integrar com todos, para publicar e receber leads.
  2. Quantos corretores e como distribuem leads? Rodízio simples ou regras por região e desempenho.
  3. Tem locação? Se administra aluguel, precisa do módulo financeiro de locação ou de integração com um.
  4. Site: quer que o sistema gere o site? Isso evita cadastro duplo.
  5. App móvel: o corretor vai usar no carro, entre visitas. O app precisa ser bom.
  6. Tempo de resposta ao lead: portais mostram que responder em minutos aumenta muito a conversão. O sistema deve avisar o corretor na hora.
  7. Custo por corretor e o que acontece com o histórico quando um corretor sai.

Erros comuns

Checklist rápido

Veja também como implantar o CRM na equipe e CRM para WhatsApp.

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